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CRISE ECONOMICA MUNDIAL - ESTAMOS PREPARADOS!
Realmente os setores das industrias brasileiros sofreram cortes de seus clientes estrangeiro, por fato de o restante de paises exportadores e importadores terem o valor mais alto do dólar que é a moeda de base de troca do mundo( a mais usada), ou seja vantagen para o Brasil e desvantagens para o restante de seus clientes do estrangeiro.
Fato que acumula mercadorias prontas a serem exportadas tendo cada industria um estoque muito alto de produtos e matérias primas com o qual o destino é a exportação.
Com o acumulo destas matérias primas, muitas das Industrias são obrigadas a vender o consumo no mercado interno em a preço de custo para que possa alimentar os seus impostos com o Governo. Com o tal acumulo de mercadorias ou matéria prima sem destino, a melhor saída para as empresas ou grandes industrias seria a demissão de um certo quadro de funcionários ou férias coletivas juntamente evitando e cortando o maximo de custo possível para que possa o momento de escaces do mercado.
Fato que não só o Brasil sofre mais porem outros Paises também são infectados com a tal Crise a Mundial.
Fernando Antunes
Segue abaixo destaque das Reportagens sobre a Crise Mundial.
Com a fonte do Jornal Valor Economico
Caged aponta fechamento de 102 mil vagas de trabalho em janeiro
Valor Online
19/02/2009 15:19
BRASÍLIA - O Brasil teve fechamento de 101.748 vagas formais em janeiro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados há pouco pelo Ministério do Trabalho. Em janeiro de 2008, houve geração líquida de 142.921 vagas.
Desta forma, janeiro de 2009 foi o terceiro mês seguido de redução no número de vagas formais no país. Já por efeito da crise, novembro mostrou corte líquido de 40,82 mil vagas, algo incomum para o mês. Dezembro apontou perda de 654,9 mil vagas, o dobro da média histórica para o período.
No mês passado, os setores que mais desempregaram foram a indústria de transformação, com 55,13 mil cortes, o comércio, com 50,78 mil demissões, e a agricultura, com 12,1 empregos formais a menos.
Já o segmentos de construção civil teve geração líquida positiva de 11,32 mil vagas. Apesar de não ter havido perda de empregos, o resultado mostrou queda de 70% sobre janeiro de 2008, quando foram criados 38,6 mil postos neste segmento. O setor de serviços também ampliou as contratações, com mais 2,45 mil empregados, assim como a administração pública, com mais 2,23 mil vagas.
Crise afeta e lucro da Usiminas cai 14% no quarto trimestre
Valor Online
19/02/2009 11:34
SÃO PAULO - A Usiminas informou hoje que fechou o quarto trimestre do ano passado com lucro líquido de R$ 837 milhões, montante 14% inferior ao ganho de R$ 970 milhões registrado pela empresa em igual período de 2007. No ano inteiro, o lucro da empresa teve leve alta de 2%, para R$ 3,224 bilhões.
O resultado dos últimos três meses do ano sofreu impacto direto da crise, tanto por conta da desvalorização do real, como pela desaceleração da demanda.
O efeito do câmbio sobre a dívida em dólares da empresa, por exemplo, teve peso relevante na piora do resultado financeiro, que saiu de uma despesa líquida de R$ 89 milhões entre outubro e dezembro de 2007 para um gasto contábil total de R$ 822 milhões em igual período do ano passado.
Já as vendas físicas tombaram 26% por conta da desaceleração da demanda. A Usiminas vendeu no trimestre passado 1,458 milhão de toneladas de aço, contra 1,98 milhão de toneladas um ano antes. Mesmo com a queda nas vendas, a receita da empresa ainda subiu 7%, para R$ 3,73 bilhões, por conta de preços médios maiores e do ganho maior em reais com as exportações. Em 2008 todo, as vendas físicas caíram 10%, para 7,17 milhões de toneladas, mas a receita avançou 14%, para R$ 15,71 bilhões.
O resultado da empresa medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos e depreciação) ajustado somou R$ 1,51 bilhão no trimestre, com alta de 24%. No ano, o aumento foi de 20%, para R$ 6,01 bilhões. Ainda considerando 2008 fechado, a margem Ebitda da empresa, que mede a relação entre este indicador e a receita líquida, subiu de 36,2% para 38,3%.
Ao analisar o cenário prospectivo para 2009, a Usiminas diz que suas estimativa preliminares sinalizam para uma retração da demanda no mercado interno no primeiro trimestre, " ocorrendo, a partir do segundo trimestre, o início da retomada do processo de crescimento, motivado pela redução dos estoques de aço e de produtos acabados nas diversas cadeias produtivas, que encerraram o ano bastante elevados " .
Assim, a empresa prevê que o segundo semestre já terá uma " situação de mercado mais favorável " e cita como justificativa as medidas do governo para incentivar investimentos, o crédito, a desoneração tributária e a queda dos juros. De qualquer forma, para o fechado do ano, a empresa projeta demanda interna menor do que em 2008, diante da forte base de comparação.
Já sobre o mercado externo, o cenário traçado pela Usiminas, que exporta cerca de 20% da produção física, é mais negativo. Para a companhia, deve haver uma melhora a partir do segundo semestre por conta dos planos econômicos que estão sendo implementados em diversos países.
Mesmo assim, a siderúrgica diz que 2009 será um ano " desafiador " para o mercado de aço e destaca que " a valorização do dólar, que pressiona os custos de matérias-primas, aliada à retração na demanda, que alimenta o cenário de redução de preços, se apresentam como obstáculos para a manutenção e melhoria dos níveis de rentabilidade " .
Fonte ; Jornal Valor Economico EDIÇÃO DO DIA 19-02-2009
Fernando Antunes
Aluno do Primeiro Período Noturno de Administração de Empresas Unicamps
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